Da vida eu levo os sabores.
Hoje estive envolta em pensamentos, lembrei de quando eu escrevia para externar o que não consigo organizar em pensamentos. Minhas palavras sempre fluíram melhor escritas que faladas, ultimamente nem tanto, muito menos em pensamentos.
Os questionamentos que faço hoje tem sido mais intensos e mais constantes, menos voláteis, pareço clicar muito a mesma tecla. A maioria das preocupações são mais globais e menos esperançosas, há uma imensidão de mundo e eu pareço presa em paredes, tão próximas que chegam a sufocar. Por vezes penso em gritar, mas não consigo.
Maldita timidez. Porém antes eu me via mais determinada a cumprir uma jornada, dar os passos que eu sabia que precisava e queria, embora não houvesse muito ânimo. Hoje pareço ter que fazer o caminho, ele não está tão claro, terei que abrir a clareira, retirar o mato da estrada. Depois disso poderei pensar em outros quesitos tão importante quanto. Coisas como política, que me dão certa náusea neste século, ao mesmo tempo tem tanta evolução, apesar da corrupção e do fracasso do governo em evoluir.
Quem são os adultos em quem as crianças irão se espelhar? Em quem elas tem olhado? Quais os exemplos? Espero que encontrem alguém por perto a quem seguir, vivemos de imitação, somos cópia do que já vimos viverem por ai. Deixamos de querer ser reis e princesas, para ser blogueiros e vlogueiros, trocamos a conversa por curtidas e seguidores, o que isso representa para os menores, para quem não conhece o mundo antes disso?
Tudo o que queremos é aproximar os extremos, pregar amor e tolerância, respeito e paz. Nem sempre conseguimos, mas em um planeta tão populoso a sua maioria é gente boa e quer o bem, poucos nos fazem perder a fé.
Foi então quando eu estava dirigindo, indo embora, que refleti sobre o tempo, o quanto tempo eu queria ter pra ver o por do sol por mais tempo, que o Sol me aquecesse nesses dias frios que tem feito. E percebi o que fazia ao diminuir aquele momento, em que eu privilegiada não aproveitava a beleza aos meus olhos para me indispor em pensamentos ruins.
Muito tenho que melhorar em minha auto-estima. Gostar mais dos meus momentos, por hora estou aprendendo a degustar a vida e as comidas, creio que isso já me faz mais feliz, comer é uma forma de prazer que eu não tinha e desenvolver essa felicidade é digerir melhor os doces e amargos da vida.
Os questionamentos que faço hoje tem sido mais intensos e mais constantes, menos voláteis, pareço clicar muito a mesma tecla. A maioria das preocupações são mais globais e menos esperançosas, há uma imensidão de mundo e eu pareço presa em paredes, tão próximas que chegam a sufocar. Por vezes penso em gritar, mas não consigo.
Maldita timidez. Porém antes eu me via mais determinada a cumprir uma jornada, dar os passos que eu sabia que precisava e queria, embora não houvesse muito ânimo. Hoje pareço ter que fazer o caminho, ele não está tão claro, terei que abrir a clareira, retirar o mato da estrada. Depois disso poderei pensar em outros quesitos tão importante quanto. Coisas como política, que me dão certa náusea neste século, ao mesmo tempo tem tanta evolução, apesar da corrupção e do fracasso do governo em evoluir.
Quem são os adultos em quem as crianças irão se espelhar? Em quem elas tem olhado? Quais os exemplos? Espero que encontrem alguém por perto a quem seguir, vivemos de imitação, somos cópia do que já vimos viverem por ai. Deixamos de querer ser reis e princesas, para ser blogueiros e vlogueiros, trocamos a conversa por curtidas e seguidores, o que isso representa para os menores, para quem não conhece o mundo antes disso?
Tudo o que queremos é aproximar os extremos, pregar amor e tolerância, respeito e paz. Nem sempre conseguimos, mas em um planeta tão populoso a sua maioria é gente boa e quer o bem, poucos nos fazem perder a fé.
Foi então quando eu estava dirigindo, indo embora, que refleti sobre o tempo, o quanto tempo eu queria ter pra ver o por do sol por mais tempo, que o Sol me aquecesse nesses dias frios que tem feito. E percebi o que fazia ao diminuir aquele momento, em que eu privilegiada não aproveitava a beleza aos meus olhos para me indispor em pensamentos ruins.
Muito tenho que melhorar em minha auto-estima. Gostar mais dos meus momentos, por hora estou aprendendo a degustar a vida e as comidas, creio que isso já me faz mais feliz, comer é uma forma de prazer que eu não tinha e desenvolver essa felicidade é digerir melhor os doces e amargos da vida.

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